JORNADA ABCA 2025

Foto da capa: Bienal de Veneza, 2024
Crédito: Alessandra Simões Paiva

10 e 11 de setembro de 2025, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo e no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP), respectivamente.

 

Primeiro Dia – 10 DE SETEMBRO

10h30 | Abertura

Malgorzata Kaźmierczak (Presidente – Associação Internacional de Críticos de Arte/AICA) e Lisbeth Rebollo (ex-presidente ABCA e AICA)


11h às 13h30 | Comunicações

Quem sustenta o invisível? Espaços independentes e a batalha silenciosa nas Artes Visuais – Lilian Bado (IA/Unesp) e Márcia Pimenta (Ateliê 397)

Albert Camus, Hilde Hein e a função pública da arte – Flávio Rocha de Deus (UFOP/ABCA)

Institucionalidades nos sistemas da arte: outras narrativas – Maria Amelia Bulhões e Daniel Escobar (UFRGS/ABCA)

Casa do Povo e suas bases sociais: Uma instituição cultural in(ter)dependente – Diogo de Moraes Silva (SESC-SP)

Parque Geminiani Momesso – José Armando Pereira da Silva (ABCA)

Ressonâncias do Instituto de Arte Latino-Americano em Mário Pedrosa – Ana Cecília Araújo Soares de Souza (UFMG/ABCA)

A fotografia de Paulo Mittelman como memória artística do Espaço Cultural Bhering – Mirian de Carvalho (UFRJ/ABCA)

Arapuca Arte e Cultura: a atuação da residência artística na Paraíba – Robson Xavier da Costa e Lucas Alves dos Santos (PPGAV-UFPB/UFPE/ABCA)

Ocupações: arte como gesto político – Ines Karin Linke (UFBA)


13h30 às 14h30 | Intervalo de almoço


14h30 às 16h30 | Comunicações

Escola de Belas Artes de Araraquara: origem e fim de uma academia longedos centros – Luis Sandes (ABCA/AICA)

Projeto de pesquisa e inventário das coleções do espaço cultural casa das onze janelas: desafios e enfrentamentos para a sua preservação – Renata de Fátima da Costa Maués (SECULT/PA) e Rosangela Marques de Britto (UFPA)

Nervo Crítico e as (im)possibilidades da crítica de arte na contemporaneidade – Bruna Fetter (UFRGS/ABCA)

Entre a perda e o falso histórico – Elisa de Souza Martínez (UnB/ABCA)

Entre o apagamento e a visibilidade: a preservação desigual das pinturas de Clarice Lispector na FCRB e no IMS-Rio – Daniel Vladimir Tapia Lira de Siqueira (PPPGAV-UFRGS)

Contratos de risco existencial: notas sobre grandezas negativas na Economia da Cultura. Rafaela Menegoti Tasca (Mestra UFRG)

Arte no papel: processo de salvaguarda de obras de arte em papel do acervo da Pinacoteca Municipal Miguel Dutra de Piracicaba – Barbara Freitas e Flávia Lidiane Baiochi dos Santos (Pinacoteca Miguel Dutra de Piracicaba)


16h30 | Intervalo


17h às 21h | mesas-redondas

17h às 18h10 
a) Para além das institucionalidades: novos sentidos e modos de circulação da crítica de arte

Ana Avelar – crítica de arte, curadora e professora na UnB

Daniela Labra – curadora independente e gestora da plataforma Zait

Luciara Ribeiro – curadora independente, educadora e pesquisadora mediação – Sylvia Werneck, crítica de arte, educadora e curadora independente


18h20 às 19h30
b) Museus em Reinvenção: sustentabilidade, gestão e políticas culturais

Cauê Donato – chefe da Coordenação do Sistema Estadual de Museus do Paraná

Elielton Ribeiro – gestor do acervo do Museu de Arte Osório César

Moacir dos Anjos – coordenador geral do Museu do Homem  do Nordeste mediação – José Lira, diretor do Museu de Arte Contemporânea da USP


19h40 às 20h50
c) Protagonismos redesenhados: práticas autônomas e diversidade fora dos sistemas hegemônicos

Bruno O. – artista visual e educador no JAMAC (São Paulo)

Erik Tavernaro – gestor cultural e diretor de projetos do espaçotempo (Itu)

Samantha Moreira – gestora cultural e fundadora do Chão SLZ (São Luís) mediação – Flávio Rocha de Deus, filósofo, professor e crítico de arte (UFOP/ABCA)


Segundo Dia – 11 DE SETEMBRO

10h às 12h | Comunicações

Gueto Hub: Reinvenção Institucional, Arte e Justiça Climática na Periferia de Belém / Brenda de Oliveira (PGEHA USP)

Nem etnografia e nem idolatria: Quando a virada curatorial desmistifica e reorganiza a apreciação da arte afro-brasileira, a partir do Kit Educativo do MAE-USP/ Luiz Carlos Zeferino (MAE-USP)

O Paradoxo da Autonomia: Arte, Poder e Limites no Sistema de Arte/ Cássia Pérez da Silva (PGEHA USP)

Memórias em vídeo: presenças e apagamentos da videoarte do acervo do MAC-USP/Luiza Tenan Vitor (PGEHA-USP)

Desafios da documentação e implicações da arte digital no acervo do MAC USP a partir de obras de Gisele Beiguelman/Gisele Bento Fernandes (PPGEHA USP)

Representatividade e Diversidade nas Aquisições Museológicas: Uma Análise Crítica dos Museus MASP e Pinacoteca de São Paulo (2014-2024)/ Kika Tiengo (PUC-SP)

Julio Le Parc e o ateliê GRAV: a arte como resistência e ação coletiva/ Flávia Rudge Ramos (Doutora/ECA USP)

Salvar Como: Desafios e Soluções na Preservação da Arte Digital no FILE/Gabriel Vasconcelos Salviano (Pós-graduado/Centro Universitário Belas Artes)


12h às 14h | Intervalo


A partir das 14h | Grupos de trabalho ABCA (presencial e remoto)

14h às 15h20  
Revisão do Estatuto da ABCA – Coordenação: Marcelo Conrado


15h30 às 17h
Formulação de regulamento para o Prêmio ABCA – Coordenação: Robson Xavier da Costa

Jornada 2025 | Intersecções Críticas: Ameaças, memórias e reinvenções nas artes e seus espaços

Coordenação Geral:
Alessandra Simões Paiva

Coordenação de Programação:
Sylvia Werneck

Coordenação Editorial:
Alecsandra Matias, Afonso Medeiros, Alexandre Araujo Bispo

Produção executiva:
Emerson César Nascimento

Comunicação: 
Cristiélen Ribeiro Marques

Apoio:
Sesc São Paulo/Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP)


INTERSECÇÕES CRÍTICAS: AMEAÇAS, MEMÓRIAS E REINVENÇÕES NAS ARTES E SEUS ESPAÇOS

Temos o prazer de apresentar os Anais da Jornada ABCA 2025, congresso anual da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), realizada nos dias 10 e 11 de setembro de 2025, em São Paulo, com atividades no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo e no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP).

Com o tema “Intersecções Críticas: ameaças, memórias e reinvenções nas artes e seus espaços”, a Jornada propôs um debate sobre os diferentes modos de existência dos espaços e instituições de arte no Brasil contemporâneo, em meio às tensões entre precarização, apagamento de acervos e negligência pública, por um lado, e práticas de resistência, reinvenção e cuidado coletivo, por outro.

Os textos reunidos nesta publicação resultam das comunicações apresentadas ao longo do evento e dialogam com um campo amplo de questões: de experiências de descontinuidade institucional e desafios de preservação a disputas por políticas públicas, gestão, sustentabilidade, memória e reconfigurações da crítica e da curadoria diante das transformações em curso.

Como em edições anteriores, a Jornada reafirma o compromisso da ABCA com o fortalecimento de laços interinstitucionais e com a ampliação da circulação de debates críticos no campo das artes visuais. Ao reunir pesquisadoras/es, críticas/os, curadoras/es, artistas e demais agentes do campo, a Jornada ABCA 2025 reafirma a crítica como exercício de escuta, análise e proposição, contribuindo para visibilizar impasses, mas também para compartilhar práticas e modos de fazer que reimaginam as condições de existência das artes e de seus espaços.

Agradecemos a todas e todos que tornaram esta edição possível – coordenações, equipe de produção, palestrantes, comentadoras/es, participantes e instituições de apoio – com destaque ao Sesc São Paulo e ao MAC USP, que acolheram e viabilizaram a realização do encontro.

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