ARTE & CRÍTICA

36ª Bienal de São Paulo – Das tramas como prática

Resumo: Este artigo explora os paradoxos do modo expositivo escolhido pela curadoria da 36ª Bienal de São Paulo, tensionando as relações entre autorias e audiências e entre individualidades e coletividades, evidenciando a criação de tramas como um dos eixos da mostra. De permeio, analisamos sucintamente as obras de Otobong Nkanga e Gervane de Paula.

Abstract: This article explores the paradoxes of the exhibition mode chosen by the curators of the 36th São Paulo Biennial, highlighting the tension between authorship and audiences and between individualities and collectivities, emphasizing the creation of textures as one of the exhibition’s central themes. In between, we briefly analyze the works of Otobong Nkanga and Gervane de Paula.

BIO

Afonso Medeiros
Paraense de Belém, Afonso Medeiros é professor titular, crítico e historiador da arte atuante na FAV e no PPGARTES da UFPA, pesquisador do CNPq e líder do Grupo de Pesquisa em Histórias, Artes e Saberes Estéticos. Graduado em Educação Artística: Artes Plásticas (UFPA, 1985), é especialista em Belas Artes: História da Arte pela Shizuoka University (Japão, 1988); mestre em Ciências da Educação: Arte-Educação pela Shizuoka University (Japão, 1996) e doutor em Comunicação e Semiótica: Intersemiose na Literatura e nas Artes pela PUC-SP (2001), com estágio na Japanese-Language Institute de Kansai (2000). Foi Postdoctoral Visiting Scholar na University of Kassel (2003) e fez estágio pós-doutoral no PPGDTSA da UNIFESSPA (2017-18). Foi presidente da ANPAP (2013-14) e vice-presidente da FAEB (1990-92). Seu foco atual de pesquisa consiste na descentralização epistêmica da História da Arte a partir do binômio modernidade-colonialidade.

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