Lilian Cristina Monteiro França
ABCA/SERGIPE
A arte generativa, aquela mediada pela presença de um sistema autônomo capaz de intervir na tomada de decisão de uma produção artística, desde a década de 1950, vem desafiando teórica e filosoficamente as noções de arte e autoria. As reflexões de Max Bense sobre uma estética generativa indicam a importância dessa forma de arte e seus desdobramentos perpassam tanto os trabalhos de pioneiros (Georg Ness, Frieder Nake, Vera Molár, Waldemar Cordeiro), quando dos contemporâneos (Tania Fraga, Tyler Hobbs, Dmitri Cherniak, Kjetil Golid).