Henrique Menezes
ABCA/Rio Grande do Sul
Neste artigo de opinião, o autor apresenta reflexões sobre a 14ª Bienal do Mercosul, realizada em 2025, intitulada “Estalo”. Com curadoria de Raphael Fonseca, a exposição apresentou uma reflexão sobre rupturas e metamorfoses abruptas que condicionam – ou atuam como estopim dos – comportamentos, ativando proposições que de alguma forma revelam-se transformadoras. O artigo se concentra na coesão visual como grande individualizador desta edição, que resgata, também, a aura de edições pregressas, relevantes por suas posturas contundentes; o texto destaca ainda as fragilidades da mostra, concebida em torno de um tema excessivamente elástico, tão obtuso quando opaco.