Na segunda-feira, 22 de julho, Humberto Espíndola, membro ABCA, junto a Almir Sater e Isaac de Oliveira, receberam da UFMS o Título de Doutor Honoris Causa. A homenagem foi entregue aos artistas por sua imensa contribuição à música nacional e regional, e dedicação à produção artística relevante não somente para a formação como para a constituição da cultura sul-mato-grossense, com destaque no cenário internacional.

 

Humberto Espíndola

Artista plástico, animador cultural e membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), Humberto Augusto Miranda Espínola tem ateliê em Cuiabá e Campo Grande, onde reside. Cria e desenvolve o tema Bovinocultura desde 1967.

Bacharel em Jornalismo pela Universidade Católica do Paraná, começou a pintar motivado pelas aulas de História da Arte. Participou da I Exposição de Pinturas dos Artistas Mato-grossenses; fundou, junto a amigos, a Associação Mato-grossense de Artes, da qual foi diretor técnico. Entre diversas participações em exposições e mostras estão: XVII Salão Nacional de Arte Moderna e convidado no VII Salão Nacional de Artes Plásticas. Entre as premiações estão: indicação à VI Bienal de Paris; Isenção de júri no XVIII Salão Nacional de Arte Moderna; Prêmio Aquisição na III Exposição Jovem Arte Contemporânea, da USP; Prêmio Bolsa de Estudo no Exterior (extrarregulamentar) na XI Bienal Internacional de São Paulo; Prêmio Melhor do Ano em Pintura pela Associação Paulista de Críticos de Arte, I Bienal Latino-americana de São Paulo e I Bienal Ibero-americana de Pintura do México; e Prêmio Gonzaga Duque da ABCA. Representou o Brasil na XXXVI Bienal de Veneza (Itália) e III Bienal de Arte Coltejer, Medellin (Colômbia); participou da Bienal de Havana, Cuba; Bienal Internacional de Cuenca, Equador; de coletivas de brasileiros na América do Sul, na Venezuela, Chile e Bolívia; e de coletivas de artistas internacionais em Nova Iorque (EUA).

É cofundador e foi diretor do Museu de Arte e de Cultura Popular da UFMT; foi gestor artístico do Museu de Arte Contemporânea de MS; recebeu o título de Cidadão Benemérito de Campo Grande; e foi o primeiro Secretário de Cultura de MS. Autor do Marco da Cabeça de boi e do painel Memórias de MS, em Campo Grande; mural externo Bovinocultura – Pavilhão, em Corumbá, monumento Bovinocultura – O Carro-chefe, em Cuiabá e Marco Comemorativo do Centenário da Imigração Japonesa, em Três Lagoas. Suas obras integram diversos acervos no Brasil, Alemanha, México, Cuba e Inglaterra. Autor do livro Pintura e verso e coorganizador da obra MACP.

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