Nota

Novos sócios ingressam na ABCA

Gabriela Abraços e Viviane Baschirotto

Conforme prática estatutária, todos os anos a ABCA promove a chamada para candidatos que queiram participar como novos sócios de nossa Associação. Os candidatos encaminham seus dossiês com trabalhos publicados, que comprovem seu vínculo com a crítica de arte. Uma Comissão específica analisa os artigos submetidos à avaliação, e considera a qualidade de escrita, de composição do texto crítico, e valoriza os trabalhos que apresentem análises atentas e lúcidas, que fomentem e divulguem a compreensão do fato artístico, no campo das artes visuais.

No ano de 2020, recebemos várias submissões, e gostaríamos de apresentar os novos sócios que passam a integrar nosso quadro de associados. Na sequência, noticiamos uma pequena biografia acadêmica de cada crítico, destacando sua formação e trajetória.

A ABCA saúda os seis novos integrantes e fazemos votos para que estes venham enriquecer, ainda mais, o cenário da crítica de arte e da produção cultural em nosso país.

Alexandre Sá

Vive em Niterói e trabalha no Rio de Janeiro.

É artista-pesquisador, curador, crítico de arte e psicanalista. Pós-doutor em Filosofia pelo PPGF-UFRJ sob supervisão de Rafael Haddock Lobo. Pós-doutor em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense sob supervisão de Tania Rivera. Doutor (2011) e mestre (2006) em Artes Visuais pela Escola de Belas-Artes da UFRJ, tendo sido orientado por Glória Ferreira. É licenciado em Educação Artistica (Habilitação em História da Arte) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2002). É procientista-UERJ com o projeto As revistas acadêmicas de Artes Visuais. Atual diretor do Instituto de Artes da UERJ e professor do Programa de Pós-graduação em Artes (PPGARTES). É um profissional híbrido que trabalha com diversas linguagens (performances, instalações, textos críticos e vídeo) e a particularidade de sua pesquisa plástico-teórica são as relações entre o texto, a imagem, a poesia, o corpo e a psicanálise. Atua também como crítico de arte, escrevendo textos para revistas especializadas. Integrou o corpo editorial da Revista Arte & Ensaios (EBA-UFRJ). Atualmente é editor-chefe da revista Concinnitas do Instituto de Artes da UERJ, avaliada como A2 pela CAPES. Também faz parte da Comissão de Credenciamento do Portal de Publicações da UERJ como professor titular. É coordenador do Grupo de Pesquisa A arte contemporânea e o estádio do espelho, certificado pelo CNPQ, ministrando com regularidade seminários que discutem as relações entre Arte & Psicanálise.

 

Donny Correia

Vive e trabalha em São Paulo.

Donny Correia é mestre e doutor em Estética e História da Arte pela USP, poeta, crítico e ensaísta. Atualmente integra a Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) e a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). Publica artigos e ensaios em periódicos como O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Cult e Psicologia em foco e Arte Capital (Portugal).Como poeta publicou quatro livros, além de outros dois, voltados aos estudos de Arte e Cinema. É criador e professor do Programa Cinematographos de Estudos de Cinema, do museu Casa Guilherme de Almeida,e já lecionou em instituições diversas, como Casa do Saber, FMU, USP, UNESP E SESC. Mantém o canal “Uma teia de ideias”, no Youtube e é colaborador do portal Cinemascope.

 

Felipe Martinez

Vive e trabalha em São Paulo.

Felipe Martinez (1986) é doutor em História da Arte pela Unicamp e pesquisador de pós-doutorado no Museu de Arte Contemporânea da USP. Defendeu mestrado sobre as obras de Van Gogh presentes no acervo do MASP, onde também trabalhou como pesquisador. Atua como professor nos principais museus e espaços culturais de São Paulo, como MAM, o MASP e a Casa do Saber e é professor convidado da pós-graduação da PUC-SP. Realizou parte de sua pesquisa de doutorado no Museu Van Gogh e foi pesquisador associado do NederlandsInstituutvoorKunstgeschiedenis, na Holanda. É membro do Conselho Internacional de Museus (ICOM).

 

Fernando Oliva

Vive e trabalha em São Paulo.

Pesquisador, docente e curador, doutor em História e Crítica de Arte pela Universidade de São Paulo, com a tese “Contestação, Dúvidas, Conciliação: Frederico Morais e a arte brasileira”. Faz parte do Grupo de Estudos em Arte e Fotografia (ECA-USP). Integra a equipe de curadoria do Museu de Arte de São Paulo (MASP). Atuou em área de gestão cultural, como Diretor de Curadoria do Centro Cultural São Paulo e Gerente de Projetos do Paço das Artes (São Paulo), cargo que ocupou também no MIS (Museu da Imagem e do Som). Foi um dos curadores da “III Bienal da Bahia – É Tudo Nordeste?” (2014). Crítico de arte com passagens por veículos como Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, revistas Bravo, Cult, Lapiz (Espanha) e Contemporary (Reino Unido). Entre seus projetos de pesquisa, edição e curadoria destacam-se “Tarsila Popular” (MASP, 2019), “Rubem Valentim: Construções Afro-Atlânticas” (MASP, 2018), “Maria Auxiliadora: Vida cotidiana, pintura e resistência” (MASP, 2018), Pedro Correia de Araújo: Erótica (MASP, 2017), “Histórias da Infância” (MASP, 2016), “Arte do Brasil no Século 20” (MASP, 2015), “O Retorno da Coleção Tamagni – Até as Estrelas por Caminhos Difíceis” (MAM-SP, 2012), “Cover = Reencenação + Repetição” (MAM, 2008); “I/Legítimo – Dentro e Fora do Circuito (Museu da Imagem e do Som”, 2008), “Comunismo da Forma – Som + Imagem + Tempo: A Estratégia do Vídeo Musical” (Galeria Vermelho e AGYU, Toronto, 2007-2009); “À la Chinoise” (MicrowaveArts Festival, Hong Kong, 2007); e “VOL./Volume” (Vermelho, 2004).

 

Ivair Reinaldim

 

Vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Doutor em Artes Visuais, na linha de pesquisa História e Crítica da Arte, pela Escola de Belas Artes da UFRJ, tendo realizado Estágio PDEE junto à École Doctoral et Arts plastiques, esthétiques &sciences de l’art na Université Paris 1 – Panthéon Sorbonne. Sua tese “Arte e crítica de arte na década de 1980: vínculos possíveis entre o debate teórico internacional e os discursos críticos no Brasil” recebeu o Prêmio Gilberto Velho de Teses da UFRJ, em 2013. Professor Adjunto da Escola de Belas Artes da UFRJ e do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da EBA-UFRJ. Membro do Comitê Brasileiro de História da Arte, atua como curador independente e desenvolve pesquisas nas áreas de historiografia e teoria da arte, crítica e estudos curatoriais.

Martinho Alves da Costa Junior

Vive e trabalha em Juiz de Fora, Minas Gerais.

Martinho Alves da Costa Junior é professor de História da Arte e da Cultura do departamento e da pós-graduação em História da Universidade Federal de Juiz de Fora. Doutor em História da Arte pelo IFCH/UNICAMP (com período sanduíche no INHA- Paris), realizou o pós-doutoramento no IFCH/UNICAMP. Pesquisador do CHAA – Centro de História da Arte e Arqueologia e do LAHA – Laboratório de História da Arte da UFJF. É editor associado da RHAC – Revista de História da Arte e da Cultura do IFCH/Unicamp. Autor do livro Identidades Cruzadas: CCBB, Claraluz de Regina Silveira e seus espectadores, São José do Rio Preto: Bluecom, 2009 e  Benedito Calixto: Folha de São Paulo/Itaú Cultural, 2013.

n° 56 – Ano XIX – Março de 2021 ISSN 2525-2992  →   VOLTAR

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