ARMAZÉM NA CHOQUE CULTURAL

Organização: Baixo Ribeiro, Lilian Amaral e Juliana Crispe

19ª edição Projeto Armazém “Tipografia – substantivo feminino”
Curadoria: Juliana Crispe

Artistas:
Adriana dos Santos . Alessandra Barbosa . Amanda de Melo Mota . Amanda Müller . Ana Barroso Calle . Ana Castello Branco . Ana Gallas . Ana González . Ana Paula Lima . Ana PI . Ana Sabiá . Analine Curado . Andressa Argenta . Anna Moraes . Ayeza Haas . Bruna Granucci . Bruna Mansani . Bruna Ribeiro . Carolina Moraes . Carolina Ramos . Clara Fernandes . Claudia Zimmer . Chay Luge . Chimamanda Ngozi Adichie . Coletivo Teatro Dodeca Fônico . Coletivo Lambe Buceta . Daniele Zacarão . Denise Roman . Doraci Girrulat . Duda Desrosiers . Duda Nas . Elaine Schmidlin . Elenice Berbigier . Elenize Dezgeniski . Eliana Borges . Fabiana Mateus . Fabiana Wielewicki . Fabíola Scaranto . Faetusa Tezelli . Fê Luz . Fernanda Grigolin . Fernanda Magalhães . Fran Favero . Gabriela Hermenegildo . Glaucia Flügel . Glaucis de Morais . Guerrilla Girls . Ilca Barcellos . Isabel Baraona . Indiara Nicoletti . Itamara Ribeiro . Jandira Lorenz . Janaína Corá . Janice Martins Appel . Joana Amarante . Joana Corona . Joceane Tamara Willerding . Jociele Lampert . Julia Amaral . Julia Iguti . Juliana Crispe . Juliana Hoffmann . Juliana Valbert . Kamilla Nunes . Katia Speck . Kelly Kreis . Laís Krucken . Lela Martorano . Letícia Cardoso . Letícia Cobra Lima . Lilian Amaral . Louise Ganz . Luana Navarro . Luciana Petrelli . Lucila Horn . Márcia Sousa . Mariana Ponce de León . Marina Moros . Maristela Muller . Marta Martins . Meg Tomio Roussenq . Mineva Cuevas . Pamella Araújo . Patrícia Galelli . Priscila dos Anjos . Priscilla Menezes . Raquel Ferreira . Raquel Stolf . Rita da Rosa . Rosana Bortolin . Sandra Alves . Sandra Correia Favero . Sandra Ximenez . Sarah Uriarte . Silvana Macêdo . Sonia Brida . Sonia Loren . Susana Bianchini . Taliane Tomita . Vânia Medeiros . Yara Guasque . Yoko Ono . Zulma Borges

 

SINOPSE:

A exposição propõe trazer um recorte do acervo do Projeto Armazém com artistas mulheres, situando um coletivo de vozes femininas, que versam por distintas falas, territórios carregados de significados, sensações, simbologias, rituais, gritos.
Vozes que ressoam territórios habitados por heranças e narrativas, pela natureza e os ambientes, pelos corpos. Vozes que por vezes ecoam o som mais profundo de um abismo em ser mulher no mundo.
Uma tipografia de muitos territórios, muitos devires, que não falam apenas por palavras, fontes e tipos, mas que se expandem e intensificam também em imagens, no processo gráfico – do tradicional ao contemporâneo -, na produção da arte em reprodutibilidade.
Nas ruas, nas galerias, nos museus, nas casas, o múltiplo sempre teve em seu estado menor, potências e reverberações. Arte Menor foi um termo utilizado para designar obras múltiplas, inicialmente vinculado as técnicas de gravura e depois sendo também citado para falar sobre obras em que a reprodutibilidade torna-se um meio para sua construção. Com a definição do historiador Italiano, Giorgio Vasari (século XV), a arte maior era produzida por classes mais abastadas, sendo consideradas por Vasari “arte maior” a escultura, a arquitetura, a pintura e, entre elas, o desenho é considerada a maior de todas as artes, pois, é necessário para as demais. “Arte menor” era a arte passada de pai para filho, feita por pessoas pobres, artesãos, por classes que utilizavam-se da gravura para reivindicar e se comunicar, ou ainda arte menor era para o historiador baseada na repetição.
O que faz hoje no contemporâneo um trabalho maior ou menor? Quem são as pessoas que contam a história e elegem o que é importante perpetuar no tempo e na sociedade? Questões estas interrogadas pelo Projeto Armazém, que pretende quebrar hierarquias e propor a reprodutibilidade como meio de reflexão, criticidade e acessibilidade a arte; perpassam esta edição que traz as mulheres como vozes subjetivas e coletivas que ressoam e que produzem e contam suas próprias histórias.

 

Realização: Bienal de Curitiba, Choque Cultural, Oficina Cultural Oswald de Andrade e Projeto Armazém
Concepção e curadoria geral: PROJETO ARMAZÉM – Juliana Crispe
Curadoria compatilhada em São Paulo: Baixo Ribeiro, Lilian Amaral
Equipe Projeto Armazém: Andressa Argenta, Bruna Ribeiro, Fran Favero, Francine Goudel, Joana Amarante, Juliana Crispe e Matheus Abel
Apoio: Espaço Cultural Armazém – Coletivo Elza, @Departamento de Artes Visuais e Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais Ppgav-Udesc – Centro de Arte/ CEART – Udesc – Universidade do Estado de Santa Catarina, Instituto Pessoal do Faroeste, Multicor – Impressão Fotográfica.
Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura – Funcultural – Fundação Catarinense de Cultura – Governo do Estado de Santa Catarina
Produção: Francine Goudel

 

Abertura e conversa: 9 de novembro de 2019, às 19hs
Visitação: 09/11 à 16/11
Horário: 12:00 às 18:00hs
Local: Choque Cultural
R. Medeiros de Albuquerque, 250 – Vila Madalena, São Paulo – SP, 05436-060
Entrada Gratuira
https://www.choquecultural.com.br

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