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n° 40 – Ano XIV – Dezembro de 2016  →   VOLTAR

Nota

Novos Sócios na ABCA

A Associação Brasileira de Críticos de Arte tem o prazer de apresentar os novos sócios que passam a compor o conjunto de críticos filiados. Com grande satisfação divulgamos e saudamos os novos colegas que passam a compartilhar das atividades e da credibilidade alcançadas pela instituição.

Em assembleia realizada em dezembro, apresentaram-se novas candidaturas que foram avaliadas pela consistência de suas produções críticas e pelas trajetórias e atividades no campo das artes plásticas. Esta avaliação emitida por uma Comissão de Credenciais buscou considerar as características dos perfis dos candidatos apresentados em sincronia com a identidade da Associação.

A instituição se compraz no interesse de novos pesquisadores e profissionais que se entusiasmam, não somente em fazer parte desta Associação, mas especialmente, que colaboram para a divulgação de reflexões teóricas e ações práticas sobre a arte produzida dentro e fora do Brasil.

Com esta segunda edição de apresentações de candidaturas realizadas no ano de 2016, a ABCA pretende consolidar a importância de uma rede de diálogos entre críticos de várias partes do País, dando voz às diversas produções culturais e colaborandoo para o fortalecimento de uma efetiva e consistente reflexão crítica.

Neste ensejo, a Associação Brasileira de Críticos de Arte saúda os novos colegas associados com uma breve apresentação de suas trajetórias.

Blanca Brites

Professora titular e pesquisadora no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais no Instituto de Artes, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Possuí Pós-Doutorado e Doutorado em Arte Contemporânea pela Université de Paris I – Panthéon-Sorbonne. É Membro do Comitê Brasileiro de História da Arte – CBHA, filiado a UNESCO. Foi membro do Comitê Editorial da Revista Porto Arte (2001-2015), do Conselho Editorial da Revista Ícone (2015) e do Conselho Consultivo do Museu de Arte Moderna do Rio Grande do Sul Ado Malagoli – MARGS (2010-2014). Dentre suas publicações, destacam-se Apontamentos sobre construções visuais, no livro 100 Anos de Artes Plásticas no Instituto de Artes da UFRGS (Editora UFRGS, 2012); Tempo em Constante Desafio publicado em Iberê Camargo: Persistência do Corpo, (Fundação Iberê Camargo, 2009); Breve olhar sobre os anos 80 em Artes plásticas no Rio Grande do Sul: uma panorâmica (Lathu Sensu, 2007). Participou da Comissão organizadora do Catálogo Geral da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo do IA/UFRGS (2014). Realizou curadoria conjunta com Paulo Gomes na exposição Presença da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo nos 80 Anos da UFRGS, Módulos I e II, Sala Fahrion e Museu da UFRGS (2015-2016). Curadora da exposição Percurso do Artista – Luiz Gonzaga, Sala Fahrion – UFRGS (2014). Coordenadora da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes/UFRGS. Atua como coordenadora da COMGRAD/História da Arte do IA/UFRGS. Curadora independente, é curadora da Microgaleria do StudioClio em Porto Alegre. Desenvolve pesquisa com ênfase em História da Arte Contemporânea, e enfoque em Acervos, Museologia, Arte no Rio Grande do Sul e Espaço Urbano.

Elisa Martinez

Historiadora e crítica de arte, professora associada do Departamento de Artes Visuais/Instituto de Artes da Universidade de Brasília (UnB), na qual atua nos cursos de graduação e pós-graduação em artes visuais. Membro do Conselho Consultivo do Patrimônio Museológico, do Instituto Nacional de Museus (Ibram/MinC), como representante titular do Comitê Brasileiro de História da Arte. Recentemente, exerceu a função de curadora dos Espaços Expositivos da Casa da Cultura da América Latina (Cal/UnB), coordenando a programação anual de exposições nas três galerias da instituição. Em 2013, foi curadora da exposição “Acervo em pensamento”, que reuniu os três segmentos que compõem o acervo da Cal: coleção de arte moderna e contemporânea, coleção etnográfica e coleção de artesanato latino-americano. Em 2014, também na Cal, foi curadora de “Marília Rodrigues”, exposição que reuniu mais de cem obras selecionadas da coleção incorporada ao acervo da UnB. De 2011 a 2012, realizou pós-doutorado na Amsterdam School for Cultural Analysis, da Universiteit van Amsterdam, Holanda, desenvolvendo um projeto de pesquisa em museus de Amsterdam e Paris com a colaboração de Mieke Bal. Um dos trabalhos resultantes dessa pesquisa, o artigo “Ethnographic image: in and out of the exhibition space”, foi publicado em 2016 pela revista espanhola Espacio, Tiempo y Forma, no dossiê Art Moves, editado por Mieke Bal. Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Master in Fine Arts pelo Pratt Institute, Estados Unidos e bnadas da coleção de obras da artista incorporadas ao acervo da UnB. ersidade de Brasolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq.

Fernanda Lopes

Fernanda Lopes é curadora assistente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ) e do Departamento de Arquitetura da PUC-Rio. Doutoranda no Programa de Pós-Graduação da Escola de Belas Artes da UFRJ, foi ganhadora da Bolsa de Estímulo à Produção Crítica (Minc/Funarte) em 2012, com pesquisa publicada sobre a Área Experimental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Funarte/Figo Editora, 2013): Área Experimental: Lugar, Espaço e Dimensão do Experimental na Arte Brasileira dos Anos 1970. Foi Membro do Conselho Cultural da Galeria IBEU (RJ, 2013-2014), Curadora associada de Artes Visuais do Centro Cultural São Paulo – CCSP (2010-2012) e editora dos sites ARTINFO Brasil (2012-2013) e Obraprima.net (2000-2004). Mestre em História e Crítica de Arte pela EBA/UFRJ (2006), sua tese de mestrado, “Éramos o time do Rei” – A Experiência Rex, ganhou o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça, da FUNARTE, em 2006, e em 2009 foi publicada pela Alameda Editorial (SP). É organizadora, ao lado de Aristóteles A. Predebon, do livro Francisco Bittencourt: Arte-Dinamite (Tamanduá-Arte, 2016). Entre as curadorias que vem realizando desde 2009 está a Sala Especial do Grupo Rex na 29a Bienal de São Paulo (2010).

Hélcio Magalhães

Hélcio Magalhães é gestor de Artes Gráficas do SESC São Paulo; Professor Palestrante, na Universidade de São Paulo (ECA) – na disciplina História da Arte, com a Profa. Dra. Lisbeth Rebollo (História da Fotografia); e, no Centro de Pesquisa e Formacão do Sesc São Paulo em Design Gráfico e História da Fotografia; Crítico de Arte, Revista Artenexus; Jornalista, publicitário e artista, tendo concluído dois bacharelados:  Jornalismo, pela Faculdade Cásper Líbero – São Paulo – 1984 e Comunicação Social em Publicidade e Propaganda, pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado – São Paulo, em 1978. Mestre em Ciências da Comunicação, pela Escola de Comunicações e Artes, da Universidade de São Paulo, em 2003; e Doutor em Comunicação e Cultura em Integração da América Latina, no PROLAM/USP: Programa em Integração da América Latina, em 2007. Atualmente desenvolve estudos de pós-Doutorado, pela Universidade Externado de Colômbia, em Bogotá, sob a orientação do Prof.  Dr. Armando Silva.

Trabalha no SESC SP desde 2000, onde ocupa o Cargo de Gestor de Artes Gráficas, no Regional do Estado de São Paulo, é gestor/editor da Revista Caderno Sesc de Cidadania e Cadernos de Programação; é também o editor e desenvolvedor do aplicativo APP SESC São Paulo, o qual disponibiliza gratuitamente os catálogos de arte e publicações do Sesc SP; anteriormente trabalhou nas TVs Manchete, Globo/Fundação Roberto Marinho; Cinema Publicitário e Teatro e Jornalismo.

Rodrigo Vivas

O professor e curador Rodrigo Vivas graduou-se em História pela Universidade Federal de Ouro Preto, em 1999, onde recebeu o prêmio de Destaque no Curso. Realizou seu mestrado em História da Cultura na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2001. Defendeu a tese de doutorado em História da Arte em 2008, UNICAMP, com a tese: Os Salões Municipais de Belas Artes e a Emergência da Arte Contemporânea em Belo Horizonte. 1960-1969. Dentre as inúmeras publicações destaca-se: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, salões e Exposições publicado pela Editora ComArte em 2012 e Abstrações em Movimento: concretismo, neoconcretismo e tachismo, em 2016. Realizou inúmeras curadorias além de produção de textos para artistas como Andrea Lanna, Mário Azevedo, Paulo Miranda, Yara Tupynamba, Marcelo AB, Domingos Mazzilli, Hélio Siqueira, dentre outros. É professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFMG. Orienta alunos de mestrado e doutorado em História e Crítica de Arte. Atualmente é diiretor do Centro Cultural UFMG.

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