Perspectiva Histórica da Crítica de Arte é o tema do encontro promovido pela AICA em Porto Alegre

A Casa M tem patrocínio do Banco Itaú e apoio da Vonpar. Ações do Projeto Pedagógico, como os cursos de formação de professores, são patrocinadas pelo Banco Itaú com apoio do Grupo RBS
No dia 24 de outubro, segunda-feira, das 14h às 17h, acontece na Casa M o workshop Perspectiva Histórica da Crítica de Arte, promovido pela AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte. A oficina terá três etapas: num primeiro momento, os ministrantes apresentarão as perspectivas históricas da Crítica de Arte em diferentes tradições (européia, latino-americana, africana). O segundo momento será reservado à discussão Tempos globais: Crítica e Curadoria no presente. A terceira e última etapa é prática e os participantes farão um exercício sobre questões de críticas no projeto da Bienal do Mercosul.
O evento é coordenado por Lisbeth Rebollo Gonçalves, presidente da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte e terá como ministrantes Yacouba Konate – Presidente da AICA, crítico e professor, Haydée Venegas – Diretora Tesoureira da AICA, crítica e professora de História da Arte, Brane Kovic – Diretor Secretário Geral, critico e curador independente, Henry Meyric-Hughes – crítico, curador independente, ex-presidente da AICA e Susana Sulic – AICA França.
São 25 vagas disponíveis destinadas a profissionais atuantes na imprensa cultural, críticos de arte e estudantes. As aulas serão ministradas em inglês ou espanhol e as inscrições são gratuitas através do email oficinascasam@bienalmercosul.art.br

 

Sobre a AICA

A AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte é uma Organização Não-Governamental, fundada em 1950, sob patrocínio da UNESCO. O objetivo da instituição é apoiar a crítica de arte em todas as formas pelo mundo. Seu escritório, sediado em Paris, representa e promove as atividades de mais de 4500 membros, divididos em 63 diferentes áreas ao redor do mundo. A AICA também vai promover o Prêmio de Incentivo aos Jovens Críticos, cujo tema será a Bienal do Mercosul. Destinado a jovens críticos de arte da América Latina, o prêmio está com inscrições abertas até 30 de dezembro. Informações pelo email: aica.office@gmail.com.

 

Serviço

Workshop Perspectiva Histórica da Crítica de Arte

Promovido pela AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte

Segunda-feira, 24 de outubro, das 14h às 17h

Público alvo: profissionais de imprensa da área cultural, críticos de arte e estudantes

Inscrições gratuitas pelo email oficinascasam@bienalmercosul.art.br. 25 vagas

 

 

Casa M

Horários de funcionamento: Segundas, quartas e sextas, das 12h às 20h | Terças, quintas e sábados, das 09h às 20h | Domingos e feriados, das 14h às 20h
Rua Cel. Fernando Machado, 513 – Centro (em frente à escadaria da Rua João Manoel)

CEP 90010-321 – Porto Alegre – RS

Todas as atividades são gratuitas

Para oficinas, inscrições pelo email: oficinascasam@bienalmercosul.art.br

Informações: telefone 51 3519 7109 – casam@bienalmercosul.art.br

Para cursos de formação de professores: telefones (51) 3254 7517 e 3254 7519 – professor@bienalmercosul.art.br

www.bienalmercosul.art.br/casam

 

Sobre a Casa M

A Casa M, um dos projetos-chave da 8ª Bienal do Mercosul, é um espaço cultural dedicado à promoção, ao desenvolvimento e ao intercâmbio artístico a nível regional, nacional e internacional, com ênfase no estímulo à cena artística local. Pensada para expandir a Bienal no tempo, a Casa M deve permanecer aberta até dezembro e oferece atividades de diferentes linguagens, mesclando artes visuais, literatura, cinema, música, dança e teatro, entre outras expressões e áreas do conhecimento.
O nome “Casa M” (de Mercosul) pretende dar ênfase ao seu caráter de “casa”, de local de integração e recepção, de situação doméstica, aberta e informal. Na programação estão atividades voltadas ao público em geral e do meio artístico, como conversas, debates e workshops, entrevistas com artistas da 8ª Bienal do Mercosul, pocket-shows e mostras audiovisuais, além de ações especiais oferecidas à vizinhança. A Casa M tem uma sala de leitura, um espaço experimental de exposição (Vitrine), ateliê, área de convivência e ambientes para projeção de vídeos e debates. O Projeto Pedagógico da 8ª Bienal do Mercosul promove, na Casa M, cursos de formação para professores e oficinas voltadas à arte-educação.
A Casa M também abriga projetos permanentes como a Vitrine – onde a cada mês um jovem artista gaúcho apresenta uma exposição de pequeno porte, instalações de três artistas – Daniel Acosta, Fernando Limberger e Vitor César, o programa Duetos – que reúne 12 artistas de diferentes áreas para utilizar a Casa M como local de trabalho e investigação, oferecendo oficinas e desenvolvendo propostas em colaboração, e o programa Combos – em que três convidados de diferentes linguagens artísticas e campos do conhecimento compartilham com o público projetos em desenvolvimento e trocam ideias sobre suas práticas. Nos programas especiais para os moradores da Rua Fernando Machado, vizinhos da Casa M, a artista plástica e professora Cláudia Sperb, vai oferecer a Oficina dos Vizinhos, onde a cada encontro são discutidas ações e realizações em conjunto, utilizando-se os espaços, conteúdos e materiais da 8ª Bienal do Mercosul. Além dessas atividades, a Casa M é o local de realização de um Programa de Residências para curadores de instituições culturais nacionais e internacionais, que são convidados a propor conversas com o público, desenvolver oficinas e visitar ateliês de artistas locais. O programa, com duração de sete dias para cada curador, acontece nos meses de julho, agosto, outubro e novembro.

Obras permanentes na Casa M:

· Vitor Cesar – Campainha, 2011 – Os projetos de Vitor Cesar confundem-se com elementos da vida comum, envolvem uma estratégia de comunicação com o outro e questionam o contexto onde estão inseridos. Para a Casa M, o artista desenvolveu uma campainha que, quando acionada, dispara diferentes toques ao longo dos ambientes da casa, dando as boas vindas a quem chega.

· Fernando Limberger – Vermelho-Pungente (Para Dona Cristina), 2011 – Os trabalhos de Limberger articulam vegetação, formas geométricas e planos de cor em jardins que combinam exuberância e simplicidade, natureza e artifício. Aspectos similares estão no trabalho desenvolvido para o pátio da Casa M. Em meio a uma vibrante e colorida topografia, dois elementos pontuam a paisagem: um abacateiro de copa farta e iluminada e um cubo de madeira queimada. Vida e morte, luz e sombra, natureza e racionalidade são alguns dos binômios evocados pela obra.

· Daniel Acosta – REPLIK:modularshelvesystem, 2011 – Os espaços criados por Daniel Acosta oferecem o que o artista chama de disponibilidade multifuncional. A característica também está presente na peça desenvolvida para abrigar a coleção de livros e revistas de arte. De desenho geométrico e estrutura modular, o trabalho marca a entrada da sala de leitura e organiza o ambiente.

 

8ª Bienal do Mercosul – informações gerais

Período: 10 de setembro a 15 de novembro de 2011

Todos os dias da semana, das 09h às 21h, com entrada franca

Porto Alegre, RS, Brasil

Acesse www.bienalmercosul.art.br para acompanhar as novidades do projeto. Leia o blog dos curadores e acompanhe o dia-a-dia da concepção e produção do evento: www.bienalmercosul.art.br/blog. Siga a Bienal no twitter e no facebook: http://twitter.com/bienalmercosul e www.facebook.com/bienaldomercosul.

 

Para referência – 8ª Bienal do Mercosul

A 8ª Bienal do Mercosul acontece de 10 de setembro a 15 de novembro de 2011, em Porto Alegre/RS. Sob o título Ensaios de Geopoética, a 8ª edição da Bienal trata da territorialidade e sua redefinição crítica a partir de uma perspectiva artística. Reúne 186 obras de 105 artistas de 31 países que desenvolvem obras relevantes para discutir noções de país, nação, identidade, território, mapeamento e fronteira sob os aspectos geográficos, políticos e culturais.
O projeto curatorial está composto por sete grandes ações, abordadas por meio de estratégias expositivas e ativadoras: Casa M, Cadernos de Viagem, Continentes, Além Fronteiras, Cidade Não Vista, Geopoéticas e uma exposição do artista homenageado Eugenio Dittborn.
Os espaços expositivos que abrigam as mostras da Bienal em Porto Alegre são os Armazéns do Cais do Porto, o Santander Cultural, o MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul e diversos espaços da capital e de outras cidades do RS.
Artistas, obras, exposições e atividades pedagógicas da 8ª Bienal do Mercosul também passam por mais de vinte cidades do Rio Grande do Sul, entre elas Bagé, Caxias do Sul, Ijuí, Montenegro, Pelotas, Santa Maria , Santana do Livramento, São Miguel das Missões e Teutônia.
O Projeto Pedagógico da 8ª Bienal do Mercosul contempla ainda atividades de formação de professores e mediadores, oficinas, conversa com o públicos, seminários, publicações destinadas a diversos públicos e, especialmente, a programação da Casa M. Agendamento de visitas guiadas, transporte gratuito para escolas públicas e atividades variadas serão oferecidos ao público visitante durante o período da mostra.
A equipe curatorial é composta de sete profissionais latino-americanos: José Roca (Colômbia) – curador geral, Pablo Helguera (México) – curador pedagógico, Alexia Tala (Chile), Cauê Alves (Brasil) e Paola Santoscoy (México) – curadores adjuntos, Aracy Amaral – curadora convidada e Fernanda Albuquerque (Brasil) – curadora assistente.

Exposições e atividades

Artista homenageado: Eugenio Dittborn – mostra das Pinturas Aeropostais do artista chileno, referencial na América Latina. Em exposição em Porto Alegre no Santander Cultural, com itinerâncias em três cidades do Rio Grande do Sul: Caxias do Sul, Bagé e Pelotas.

Cadernos de Viagem – expedições de artistas em nove regiões do RS entre os meses de abril, maio, junho, julho e agosto. Os resultados estão sendo exibidos em mostras individuais em institutições culturais de diversas cidades do RS e, no período da Bienal, em exposição coletiva no Armazém A7 do Cais do Porto, em Porto Alegre.

Casa M – espaço dedicado à promoção, ao desenvolvimento e ao intercâmbio artístico, localizado no centro de Porto Alegre, e que traz uma intensa programação cultural. Em funcionamento desde de Maio.

Cidade Não Vista – obras de arte em nove locais do centro de Porto Alegre, que destacam estes lugares e privilegiam a experiência e o sensorial.

Continentes – sete espaços independentes internacionais realizam atividades em caráter de residências artísticas em três espaços independentes do Rio Grande do Sul, nas cidades de Porto Alegre, Caxias do Sul e Santa Maria. Este projeto tem como objetivo a troca de experiência e a formação de redes de intercâmbio.

Geopoéticas – exposição nos Armazéns A4, A5 e A6 do Cais do Porto, em Porto Alegre, com obras e artistas que põem em cheque a noção de nacionalidade. Mostrará diversas formas de medir e representar o mundo. Algumas micronações – pequenas nações com ou sem território – também farão parte desta exposição como zonas de autonomia poética – ZAPs.

Além Fronteiras – uma visão crítica da paisagem do Rio Grande do Sul mostrada através de obras inéditas de nove artistas e peças de acervos de museus do Estado. Estará em cartaz no no MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

Patrocinadores e apoiadores

Essa edição conta com a adesão das seguintes empresas e instituições:

Minc – Ministério da Cultura / Governo Federal – Realização

Pró-Cultura RS / Secretaria do Estado da Cultura do Rio Grande do Sul / Governo do Rio Grande do Sul – Financiamento

Gerdau – Patrocínio Master e Patrocínio Mostras Geopoéticas e Cidade Não Vista

Petrobras – Patrocínio Master e Patrocínio Mostra Cadernos de Viagem

Banco Itaú – Patrocínio Projeto Pedagógico e Patrocínio Casa M

Banco Santander – Patrocínio Mostra Eugenio Dittborn

Oi – Patrocínio Mostra Cidade Não Vista

Banrisul – Apoio Especial Mostra Além Fronteiras

CEEE – Companhia Estadual de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul – Apoio Especial

Grupo RBS – Apoio do Projeto Pedagógico

Grupo SLC – Apoio Mostra Geopoéticas

Vonpar – Café da 8ª Bienal e Apoio Casa M

Crown Embalagens – Apoio

Lojas Renner – Apoio

Lojas Pompéia – Apoio

Panvel – Apoio

Irani Celulose – Apoio

Procempa – Empresa de Ti da 8ª Bienal do Mercosul

ICBNA – Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano – Apoio

Dez Propaganda – Apoio

Oi Futuro – Apoio Institucional

Prefeitura Municipal de Porto Alegre – Apoio Institucional

SPH – Superintendência de Portos e Hidrovias – Apoio Institucional

MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul – Apoio Institucional

Canal Futura – Apoio Institucional

Centro Cultural CEEE Erico Verissimo – Apoio Institucional

APEX – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apoio Institucional

Japan Foundation – Apoio Governamental

Ministério da Cultura da Colômbia – Apoio Governamental

Consulado Geral do México – Apoio Governamental

Conaculta – Consejo Nacional para la Cultura y las Artes (México) – Apoio Governamental

Aliança Francesa – Apoio Governamental

Consulado Geral da França – Apoio Governamental

 

Fundação Bienal do Mercosul

Criada em 1996, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como missão desenvolver projetos culturais e educacionais na área de artes visuais, adotando as melhores práticas de gestão e favorecendo o diálogo entre as propostas artísticas contemporâneas e a comunidade. Nos anos ímpares, a Fundação promove o evento Bienal do Mercosul, reconhecido como o maior conjunto de eventos dedicados à arte contemporânea latino-americana no mundo, oportunizando o acesso à cultura e à arte a milhares de pessoas, de forma gratuita.
Ao longo de sua trajetória, a Fundação Bienal do Mercosul sempre teve como missão a ênfase nas ações educativas e os seguintes princípios norteadores: foco na contribuição social, buscando reais benefícios para os seus públicos, parceiros e apoiadores; contínua aproximação com a criação artística contemporânea e seu discurso crítico; transparência na gestão e em todas as suas ações; prioridade de investimento em educação e consolidação da Bienal como referência nos campos da arte, da educação e pesquisa nessas áreas.
Em catorze anos de existência, a Fundação Bienal do Mercosul realizou sete edições da mostra de artes visuais, somando 444 dias de exposições abertas ao público, 57 diferentes exposições, 3.882.672 visitas, acesso totalmente franqueado, 1.034.898 agendamentos escolares, 180.089 m² de espaços expositivos preparados, áreas urbanas e edifícios redescobertos e revitalizados, 3.664 obras expostas, intervenções urbanas de caráter efêmero e 16 obras monumentais deixadas para a cidade, 138 patrocinadores e apoiadores ao longo da história, participação de 1.261 artistas, mais de mil empregos diretos e indiretos gerados por edição, além de seminários, conversa com o públicos, oficinas, curso para professores, formação e trabalho como mediadores para 1.248 jovens. A Diretoria e os Conselhos de Administração e Fiscal da Fundação Bienal do Mercosul atuam de forma voluntária.
Todos os eventos e ações da Fundação são oferecidos gratuitamente ao público, com recursos incentivados por uma grande rede de patrocinadores, parceiros e apoiadores.

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